Mari Poppovic

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Mari Poppovic pegou gosto pelo desenho muito pequena, como quase toda criança, e não parou até agora, como quase todo desenhista. Por gostar de pensar personagens, achou que moda era um caminho e entrou na Faculdade Santa Marcelina em 2006. No fim acabou se encantando por criar roupa também, mas o papel e caneta ainda lhe davam mais arrepios. Costuma trabalhar com giz de cera, lápis, aquarela e marcadores nos cadernos que sempre carrega consigo.

Maíra Mesquita

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Formada em cinema na Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), começou a fazer direção de arte em exercícios e TCC’s na faculdade. Foi nesse período que participou, com a direção de arte de “Sobre a Maré” (Guile Martins), do projeto Sal Grosso (Festival Brasileiro de Cinema Universitário), que reúne estudantes de diferentes escolas de cinema/audiovisual do país numa mesma equipe. Na mesma época começou a trabalhar com um grupo de teatro da ECA, com a cenografia e figurino da peça Evergreen – Tarja preta – (peça de TCC dirigida por Ivan Andrade, resultado do estudo sobre dramaturgia potencial) ao passo que faria o figurino de um TCC de dança das Artes do Corpo – “Se eu pudesse mais flores”. Formou-se com a direção de arte do filme “Os Sapatos de Aristeu” (René Guerra).

Muitos desses parceiros se mantiveram depois da faculadade. Num segundo momento trabalhou em diversos projetos, sempre dentro de direção de arte, cenografia e figurino. Com destaque para FilmeFobia (Kiko Goiffman) com a produção de arte e o figurino, onde foram construídas e montadas diversas traquitanas para simular fobias;  Dia Estrelado (Nara Normande) com a direção de arte do projeto de animação em stop motion em Recife-PE;  A morta (viva), com o figurino e direção de arte da performance teatral de Luiz Fernando Ramos, a partir do texto de Oswald de Andrade; e ABC Bailão (Marcelo Caetano) com a direção de arte do documentário que acompanha os trajetos de memória de homossexuais da terceira idade no centro de São Paulo.

Henrique César

Henrique - retrato

Se tudo que se mostra liso, por dentro está absolutamente rugoso, então que se faça aparecer tudo o que não deixamos ser visto.

O lugar onde acaba a luz é o mesmo no qual começa a sombra. O medo surge quando já não podemos ter domínio de uma situação. Quando tudo parece ser claro, dominado, limpo e desbravado, explode, por uma brecha, um foco de treva.

Assim funcionamos, desse modo funciona tudo. Seja num texto sobre a Entropia de Robert Smithson, seja em uma frase de um filme recente de Lars Von Trier. O fato é que o caos existe, resiste e reina. Seja ele em forma de erva-daninha no concreto, de vazamento ou infiltração nas paredes brancas, ou em forma de universo soturno que atravessa a parede da ordem, e nos invade obscuro, pelos poros.

O trabalho de graduação do curso de artes plásticas da FAAP girou em torno de toda uma busca em cima da bolha obscura, em forma de uma grande sala escondida, onde se encontravam os dutos de ar-condicionado do prédio 1 da fundação. O documentário sobre este espaço, batizado de “espaço negativo”, teve a intenção de trazê-lo às luzes, ou, simplesmente, de tirá-lo da víscera do gesso branco desta instituição.

Gui Mohallem

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Mineiro de Itajubá, formou-se em Cinema e Vídeo pela ECA-USP em 2003, especializando-se em cinematografia.
Participou de projetos de fotografia e educação na França e na Austrália, onde realizou estudos de aperfeiçoamento e ministrou workshops.
Foi educador e colaborador pedagógico de projetos sociais de cinema e educação, tais como Instituto Criar de Tv e Cinema e as Oficinas Tela Brasil.
Em meados de 2007 passou a se dedicar exclusivamente ao seu trabalho como fotógrafo e já em 2008 fez sua primeira exposição individual em Nova York com o Ensaio Para a Loucura. Atualmente dedica a maior parte do seu tempo ao desenvolvimento de seus projetos pessoais e nas horas vagas fotografa para empresas e periódicos como Bravo!, Folha de São Paulo, Claro e Roche.

É representado com exclusividade na América Latina pela Galeria de Babel.

Deco Farkas

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André Farkas formou-se em artes plásticas pela FAAP. Trabalha com vídeo, animação, desenho e pintura, muitas vezes misturando as linguagens com a intenção de produzir algo puramente refrescante e ironicamente ignorante. Seus vídeos buscam a melhor relação possível entre música e imagem em movimento no âmbito da sensibilidade. Suas animações estudam o movimento e a sensação de movimento no audio-visual através de um ponto de vista bem humorado. Recentemente se aproximou da arte de rua, pintando muros ou quaisquer outros suportes que a cidade oferece.

Bruno Baptistelli

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Bruno Baptistelli ou “Beba”, é formado em artes plásticas pela UNICAMP. Tem em sua formação cursos com Leda Catunda, Dudi Maia Rosa e Sérgio Niculitcheff. Atualmente é também assistente da artista Shirley Paes Leme e estagia no SESC Ipiranga.

No ano de 2007 criou com gustavoprafrente a dupla Bebaprafrente, e atuam principalmente entre as cidades de São Paulo e Curitiba. Entre as principais exposições que participaram encontram-se: Bolsa04-Fundação Cultural Curitiba, Bienal Ventosul e 18º Encontro de Artes de Atibaia.

Estuda a deflagração e a criação do/no “espaço” produzindo pinturas, fotografias e intervenções no espaço urbano. Recentemente finalizou a pesquisa “Da Pintura ao Espaço Vida” financiada pela PIBIC-CNPQ.

Adelita Ahmad

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Adelita Ahmad iniciou seus estudos artísticos em 1997, em cursos de teatro. Já formada como atriz, resolveu ampliar seus horizontes cursando Artes Plásticas na FAAP, graduando-se em 2005. Lá se entregou para a arte da performance, e desde então vem realizando seus trabalhos em locais como Galeria Vermelho, Sesc Pompéia, FAAP, Unicamp – além de espaços públicos.

As questões frequentes no seu trabalho permeiam o mundo feminino e a superação dos limites físicos e psicológicos do próprio corpo – como na performance Encubo-me – onde morou por 7 dias dentro de um cubo, em silêncio.

Espaço independente reservado para práticas, investigações e reflexões de caráter artístico, baseado na cidade de São Paulo.