Maíra Mesquita

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Formada em cinema na Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), começou a fazer direção de arte em exercícios e TCC’s na faculdade. Foi nesse período que participou, com a direção de arte de “Sobre a Maré” (Guile Martins), do projeto Sal Grosso (Festival Brasileiro de Cinema Universitário), que reúne estudantes de diferentes escolas de cinema/audiovisual do país numa mesma equipe. Na mesma época começou a trabalhar com um grupo de teatro da ECA, com a cenografia e figurino da peça Evergreen – Tarja preta – (peça de TCC dirigida por Ivan Andrade, resultado do estudo sobre dramaturgia potencial) ao passo que faria o figurino de um TCC de dança das Artes do Corpo – “Se eu pudesse mais flores”. Formou-se com a direção de arte do filme “Os Sapatos de Aristeu” (René Guerra).

Muitos desses parceiros se mantiveram depois da faculadade. Num segundo momento trabalhou em diversos projetos, sempre dentro de direção de arte, cenografia e figurino. Com destaque para FilmeFobia (Kiko Goiffman) com a produção de arte e o figurino, onde foram construídas e montadas diversas traquitanas para simular fobias;  Dia Estrelado (Nara Normande) com a direção de arte do projeto de animação em stop motion em Recife-PE;  A morta (viva), com o figurino e direção de arte da performance teatral de Luiz Fernando Ramos, a partir do texto de Oswald de Andrade; e ABC Bailão (Marcelo Caetano) com a direção de arte do documentário que acompanha os trajetos de memória de homossexuais da terceira idade no centro de São Paulo.

Uma ideia sobre “Maíra Mesquita”

  1. Gostei bastante do texto da Maira, que mostra ao mesmo tempo consciência de si e das circunstâncias.
    O que é ser artista? É dizer para si msemo que quer fazer arte? Ou essa resposta tem de ser dada pelos trabalhos artísticos, sem muito bla-bla-bla?
    Acredito mais na segunda alternativa, ou nenhuma das anteriores.
    Abraços,
    FP

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